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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

MOÇAS, AGORA É SÉRIO! LEIAM A REPORTAGEM E DIVULGUEM!


Violência contra mulher volta a patamar anterior à Lei Maria da Penha
Estudo feito pelo Ipea diz que a situação é preocupante em todo o país e defende mudanças no Código Penal

A cada hora e meia, uma mulher morre vítima de violência. A cada dia, são 15. A cada mês, 472. A Lei Maria da Penha ajudou a reduzir esses índices em 2007, logo após entrar em vigor, mas nos anos seguintes os números voltaram a subir e chegaram a patamares anteriores à lei, que endureceu as punições contra agressores. Em 2009, a taxa de mortalidade por 100 mil mulheres foi 5,38, a mesma de 2003. Os dados estão na pesquisa Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

No Brasil, entre 2001 e 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios, o que equivale a cerca de 5.000 mortes de mulheres por ano. “Essa situação é preocupante, uma vez que os feminicídios são eventos completamente evitáveis”, diz o estudo, que é assinado por Leila Posenato Garcia, Lúcia Rolim Santana de Freitas, Gabriela Drummond Marques da Silva e Doroteia Aparecida Höfelmann.

As pesquisadoras dizem que não há estimativas nacionais sobre a proporção de mulheres que são assassinadas por parceiros. Por isso, a totalidade de mortes por agressões é usada como indicador aproximado do número de feminicídios. Segundo o texto, grande parte dos assassinatos deve ter sido decorrente de violência doméstica e familiar, já que aproximadamente um terço deles teve o domicílio como local de ocorrência.

Entre 2009 e 2011, país registrou taxa de mortalidade anual de 5,82 mortes por 100.000 mulheres. As regiões com maiores índices foram o Nordeste e o Centro-Oeste, com 6,9 e 6,86, respectivamente. O menor foi registrado no Sul, com 5,08. No Espírito Santo, a taxa é quase o dobro da média nacional: 11,2. 

Mulheres jovens foram as principais vítimas: 31% estavam na faixa etária de 20 a 29 anos e 23% de 30 a 39 anos. A maior parte tinha baixa escolaridade. Além disso, 61% dos óbitos foram de mulheres negras (61%).

O estudo do Ipea recomenda o reforço das ações previstas na Lei Maria da Penha, assim como a adoção de outras medidas para o enfrentamento da violência contra a mulher, a efetiva proteção das vítimas e a redução das desigualdades entre homens e mulheres no Brasil. Defende ainda a alteração do Código Penal para inserir para inserir o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Saiba como evitar que a sua maquiagem derreta neste verão


Saiba como evitar que a sua maquiagem derreta neste verão

1

A base deve ser compacta

É muito chato fazer a maquiagem e logo depois ver o trabalho ‘derretido’ pelo calor do verão, certo? Para evitar que isso aconteça,Felipe Freitas, maquiador do Crystal Hair, recomenda limpar bem a pele e usar um primer para controlar a oleosidade antes de começar a se maquiar. “Optar por bases compactas ou mousses, não líquidas, também é uma boa opção”, avalia.

2

Gelo ajuda

Na falta de produtos de última geração, vale recorrer aos truques caseiros. Passar gelo no rosto antes de começar o processo é um deles. “O gelo é bom porque ajuda a fechar os poros, ideal para não obstruí-los pela maquiagem e nem estimular a oleosidade”, diz o profissional.

3

Evite produtos cremosos

A qualidade dos produtos também faz diferença. Mas evitar os cremosos também ajuda. “O ideal é um ‘look matte’, mais sequinho”, diz. Na opinião de Felipe, produtos em pó, como blush e sombra, são mais aconselháveis.

4

Prefira sombras em pó

Segundo o maquiador, a sombra cremosa tem uma parte boa e uma ruim. “A boa é que ela fixa mais na pele, mas, por ser cremosa, pode borrar mais”, pondera. Nesse caso, a dica é passar primer também nos olhos.

5

Lápis à prova d'água

Em relação ao lápis, Felipe diz que a preferência deve ser dada às marcas que fixam melhor e não saem com algumas piscadas. Epara evitar que os olhos fiquem manchados com facilidade, a sugestão é recorrer a um lápis à prova d’água.


Acne: mitos e verdades


Acne: mitos e verdades sobre a doença dermatologistas desvendam a sabedoria popular
Por Mariana Bradford

Quando o assunto é acne, todo mundo tem um conselho a dar: “Não coma chocolate”, “lave o rosto várias vezes ao dia”, “evite usar muita maquiagem”... Mas será que a sabedoria popular está mesmo com essa bola toda? “Por ser uma doença muito comum, a acne tem muitos mitos ao seu redor, mas há poucos artigos científicos que os explicam”, diz Adilson Costa, dermatologista da PUC-Campinas.Consultamos ele e Heloisa Hofmeister, membro da International Academy of Cosmetic Dermatology (IACD), para saber o que é mito e o que é verdade sobre as espinhas, cravos etc. Veja abaixo as dicas dos especialistas:



1
Comer chocolate dá espinha
Mito. O que acontece, segundo Adilson Costa, é que alguns alimentos ricos em leite – sobretudo o desnatado – podem intensificar o quadro clínico de acne, assim como uma dieta com altos índices glicêmicos. Nesse sentido, os achocolatados a base de muito leite podem ser um problema para a pele danificada. Heloisa Hofmeister faz, ainda, uma associação entre a ingestão de chocolate e um período de estresse, fator que comprovadamente acentua as espinhas – o que acaba causando uma confusão, já que o que contribui para a acne é o estresse, não o chocolate.

2
Somente adolescentes têm acne
Mito. “Adultos também podem ter acne, seja em função de um quadro iniciado na adolescência, seja por uma questão endocrinológica, seja por uso de medicamentos (corticóides, imunossupressores, lítio, vitaminas B1, B6 ou B12, por exemplo)”, indica Adilson.

3
Lavar o rosto previne a acne
Mito. Ao contrário, explica Adilson, o exagero em lavar a pele pode alterar seu equilíbrio hídrico, deixando-a ressecada. Isso pode piorar o quadro de acne mesmo para quem tem a pele extremamente oleosa. Heloisa indica higienizar a face com sabonetes de níveis adequados de detergência de duas a três vezes ao dia.

4
Usar maquiagem piora a acne
Mito. Adilson explica que isso acontece apenas se a pele for muito oleosa e a maquiagem utilizada for pesada e também oleosa. Heloisa aconselha os produtos oil free e não comedogênicos – ou seja, que não obstruem os poros.

5
Estresse contribui para a acne
Verdade. “O estresse, além de liberar radicais livres e reduzir a imunidade da pele, piora, sim, a acne cutânea”, diz Adilson. 

6
Deve-se espremer a espinha
Mito. Heloisa diz que deixa cicatriz, prolonga o processo inflamatório da lesão e provoca outras. 


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

LI NO JORNAL

Marca de cosméticos Mary Kay completa 50 anos e mantém tradição cor-de-rosa. De lojinha em Dallas, criada com US$ 5 mil, a império bilionário espalhada por 35 países

O GLOBO
COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
Publicado:9/08/13 - 8h00
Troféu. Mary Kay: Cadillac rosa para as vendedoras Ed Lallo/Zuma Press

NOVA YORK - Há meio século, Mary Kay Ash usava a poupança de US$ 5 mil para abrir uma pequena loja, a Beauty by Mary Kay, com cinco produtos de maquiagem, em Dallas. Tinha como sócio o seu filho Richard Rogers, então com 20 anos.

Hoje, a empresa é a terceira do mundo em vendas porta a porta de cosméticos, tem receita anual de US$ 3 bilhões, gerada por um portfólio de mais de 200 itens, em 35 países, e valor estimado em US$ 2,6 bilhões.

Desde o início, a empresa arrebanha mulheres, oferecendo-lhes a oportunidade de uma carreira independente com vendedoras. Em 1963, a equipe tinha nove consultoras. Agora, são 3 milhões — 300 mil delas alistadas no ano passado e no início deste ano, numa época em que o desemprego assombra trabalhadores de todas as idades.

Mesmo com a expansão, a companhia mantém a tradição, iniciada em 1968, de recompensar gerentes de vendas com Cadillacs cor-de-rosa, cor que é a marca da Mary Kay.



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